domingo, 13 de novembro de 2016
Escola é fechada após aparição sobrenatural na Malásia
Bangcoc, 2 mai (EFE).- Várias escolas da cidade de Kota Bharu, capital
de Kelantan, no norte Malásia, registraram nas últimas semanas fatos estranhos,
um fenômeno que a imprensa local atribuiu a "fatos sobrenaturais",
mas que para os especialistas é produto de algo muito real: a histeria
coletiva.
Na semana passada, mais de cem pessoas, entre alunos e professores, sofreram desmaios, vômitos e ataques de ansiedade após a aparição de uma "silhueta preta sobrenatural" no colégio SMK Pengkalan Chepa 2.
"Não me surpreende que os surtos tenham acontecido em escolas islâmicas da zona rural da Malásia. É região religiosamente mais conservadora, com uma arraigada crença nos espíritos, e cujas doutrinas a respeito são mais rígidas", disse à Agência Efe o sociólogo americano Robert Bartholomew.
A escola foi fechada por três dias para que clérigos islâmicos recitassem versos do Corão dentro do colégio e os 'bomohs' (xamãs) afugentassem os 'pontianak', nome como os fantasmas são conhecidos da mitologia local.
Uma das alunas garantiu que ficou com as mãos dormentes e que a cabeça dava voltas. Outra disse ter sentido uma "pesada presença" em cima do seu corpo, em entrevista à rede "BBC".
"A imprensa e as redes sociais se encarregaram do restante e contribuíram para o efeito dominó", explicou o pesquisador, esclarecendo que os sintomas de histeria aparecem em pessoas "absolutamente saudáveis", mas com níveis "severos" de estresse mental.
A Universidade Pahang da Malásia começou a vender em maio do ano passado um kit anti-histeria que contém sal, spray de pimenta, limão e pinças de madeira, entre outros artigos, para "espantar os espíritos malignos".
"Os muçulmanos acreditam que estes ingredientes de uso diário protegem dos demônios e dos que fazem rituais supersticiosos, embora o kit também contenha compostos químicos menos comuns, como cloreto de sódio e ácido fórmico", argumentou o criador da invenção, o professor Mahyuddin Ismail.
Segundo Ismail, durante mais de 20 anos este tratamento foi utilizado por hospitais "prestigiados", como o Manarah Islamic Treatment Centre, que declararam sua "alta efetividade".
"Quando lançamos o protótipo no ano passado, muitos questionaram, mas depois do aumento no número de casos nas últimas semanas outros muitos estão me pedindo ajuda", afirmou ele, apesar de reconhecer que alguns médicos e psiquiatras não aceitam como válido o componente sobrenatural.
O sociólogo americano ironiza e duvida da efetividade do kit.
"Para mim, faria mais sentido se isso fosse acompanhamento da minha comida chinesa. Estamos no século XXI. Penso o mesmo a respeito dos 'bomohs'. Fechar um colégio e pedir para que um curandeiro vá até lá para solucionar a questão não faz mais do que legitimar que há algo sobrenatural nos surtos, quando não há", defendeu Bartholomew.
As instituições de ensino da Malásia são as que mais encomendaram o kit feito por Ismail, que custa 499 ringgits malaios (mesmo valor em reais) e teve o respaldo do Ministério da Educação, que apoiou o lançamento oficial.
A definição científica da histeria coletiva, ou Doença Psicogênica em Massa, diz que se trata de uma situação na qual uma pessoa experimenta sintomas de uma doença qualquer - sem causa orgânica alguma - e estes se estendem rapidamente para aqueles que estão ao redor.
Normalmente ocorre em ambientes fechados e com pessoas que convivem muito próximas. Pode acontecer em hospitais, mosteiros, ambientes industriais, mas na maioria das vezes ocorre em colégios.
"É um transtorno cujo tratamento e cura ainda não temos muita informação", disse Ismail.
A histeria coletiva foi qualificada como tal no século 18, mas existem textos datados de mil atrás que falam de 'danzig-mania' - que fazia as pessoas dançarem de forma descontrolada durante horas -, considerada por alguns especialistas um precedente da histeria.
Outros estudiosos do tema, como o escritor John Waller, já afirmaram que os surtos são cada vez mais frequentes no mundo, "de Kuala Lumpur ao México, dos Estados Unidos à Europa".
Na semana passada, mais de cem pessoas, entre alunos e professores, sofreram desmaios, vômitos e ataques de ansiedade após a aparição de uma "silhueta preta sobrenatural" no colégio SMK Pengkalan Chepa 2.
"Não me surpreende que os surtos tenham acontecido em escolas islâmicas da zona rural da Malásia. É região religiosamente mais conservadora, com uma arraigada crença nos espíritos, e cujas doutrinas a respeito são mais rígidas", disse à Agência Efe o sociólogo americano Robert Bartholomew.
A escola foi fechada por três dias para que clérigos islâmicos recitassem versos do Corão dentro do colégio e os 'bomohs' (xamãs) afugentassem os 'pontianak', nome como os fantasmas são conhecidos da mitologia local.
Uma das alunas garantiu que ficou com as mãos dormentes e que a cabeça dava voltas. Outra disse ter sentido uma "pesada presença" em cima do seu corpo, em entrevista à rede "BBC".
"A imprensa e as redes sociais se encarregaram do restante e contribuíram para o efeito dominó", explicou o pesquisador, esclarecendo que os sintomas de histeria aparecem em pessoas "absolutamente saudáveis", mas com níveis "severos" de estresse mental.
A Universidade Pahang da Malásia começou a vender em maio do ano passado um kit anti-histeria que contém sal, spray de pimenta, limão e pinças de madeira, entre outros artigos, para "espantar os espíritos malignos".
"Os muçulmanos acreditam que estes ingredientes de uso diário protegem dos demônios e dos que fazem rituais supersticiosos, embora o kit também contenha compostos químicos menos comuns, como cloreto de sódio e ácido fórmico", argumentou o criador da invenção, o professor Mahyuddin Ismail.
Segundo Ismail, durante mais de 20 anos este tratamento foi utilizado por hospitais "prestigiados", como o Manarah Islamic Treatment Centre, que declararam sua "alta efetividade".
"Quando lançamos o protótipo no ano passado, muitos questionaram, mas depois do aumento no número de casos nas últimas semanas outros muitos estão me pedindo ajuda", afirmou ele, apesar de reconhecer que alguns médicos e psiquiatras não aceitam como válido o componente sobrenatural.
O sociólogo americano ironiza e duvida da efetividade do kit.
"Para mim, faria mais sentido se isso fosse acompanhamento da minha comida chinesa. Estamos no século XXI. Penso o mesmo a respeito dos 'bomohs'. Fechar um colégio e pedir para que um curandeiro vá até lá para solucionar a questão não faz mais do que legitimar que há algo sobrenatural nos surtos, quando não há", defendeu Bartholomew.
As instituições de ensino da Malásia são as que mais encomendaram o kit feito por Ismail, que custa 499 ringgits malaios (mesmo valor em reais) e teve o respaldo do Ministério da Educação, que apoiou o lançamento oficial.
A definição científica da histeria coletiva, ou Doença Psicogênica em Massa, diz que se trata de uma situação na qual uma pessoa experimenta sintomas de uma doença qualquer - sem causa orgânica alguma - e estes se estendem rapidamente para aqueles que estão ao redor.
Normalmente ocorre em ambientes fechados e com pessoas que convivem muito próximas. Pode acontecer em hospitais, mosteiros, ambientes industriais, mas na maioria das vezes ocorre em colégios.
"É um transtorno cujo tratamento e cura ainda não temos muita informação", disse Ismail.
A histeria coletiva foi qualificada como tal no século 18, mas existem textos datados de mil atrás que falam de 'danzig-mania' - que fazia as pessoas dançarem de forma descontrolada durante horas -, considerada por alguns especialistas um precedente da histeria.
Outros estudiosos do tema, como o escritor John Waller, já afirmaram que os surtos são cada vez mais frequentes no mundo, "de Kuala Lumpur ao México, dos Estados Unidos à Europa".
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
A verdadeira historia da bruxa de Blair
Vocês provavelmente já
devem ter visto, ou pelo menos ouvido falar do filme A bruxa de Blair. Mas para
aqueles que não conhecem, é um longa de terror do fim dos anos 90 que contava a
história de três jovens que foram para a floresta de Burkittsville, Maryland,
Estados Unidos, para gravar um documentário sobre uma lenda local de uma bruxa.
No filme, a lenda que
eles investigam se mostra real e a bruxa os deixa perdidos na floresta. Agora,
isso gravado como um documentário deu a impressão de que a história era real
e foi exatamente isso que fez o filme fazer tanto sucesso. Mas, a lenda da
bruxa não é falsa, pois desde sua fundação, quando ainda era chamada de
Blair, a cidade próxima a floresta teve momentos macabros, com acontecimentos
inexplicáveis, mortes e crianças desaparecidas. Vem ver!
A história dessa cidade, chamada de Blair, é mais antiga do que
se possa imaginar, remontando o ano de 1771 que foi a data de sua fundação,
quando ela tinha não mais do que duas ruas e uma dúzia de casas. Durante 14
anos a cidade prosperou normalmente, até que no fim de 1785, uma mulher que
vivia no local, Elly Kedward, foi acusada de bruxaria. Algumas crianças
disseram que ela as levava para sua casa e tirava sangue dos pequenos.
No
meio do inverno daquele ano a mulher bruxa foi considerada culpada e foi expulsa
do vilarejo. Sendo deixada na floresta a sua própria sorte, o que certamente
deve ter causado sua morte. Talvez ela tenha morrido congelada, mas dizem que
ela se afogou depois de cair na água gelada enquanto andava na floresta a
noite.
Um ano se passou até que as
coisas começaram a ficar feias na cidade. Durante o rigoroso inverno de 1786,
todas as crianças e adultos locais que haviam acusado Elly de bruxa
simplesmente desapareceram sem explicação alguma. Todos que sobraram juraram
jamais citar o nome da bruxa de novo.
Muitos
anos se passaram e um novo século havia surgido. E foi no ano de 1809, que um
misterioso livro surgiu, como o nome de O Culto da Bruxa de Blair. A única
edição dele está bastante destruída e mal pode-se ler seu conteúdo, mas pequenas
partes ainda legíveis nos revelam que ele conta a história de Elly, a bruxa que
foi abandonada na floresta para morrer.
“A velha
horrorosa arrancou a cabeça do menino do corpo e manchou toda a Igreja com o
sangue quente dele. Notei que um dente de cão surgia na perna dela… e ela
controlava os animais da floresta.”
“Dentro
dos buracos da falada parede, encontraram diversos marionetes, feitos com
gravetos e pedaços de pano, todos sem cabeça.”
“Despertando
em uma noite, ele viu claramente uma mulher entre o berço e as camas ao lado,
olhando sobre ele. Ela desapareceu… E ele encontrou todas as portas batendo…
Logo viu a mesma mulher, na mesma aparência novamente, e disse: “Em nome de
Deus, o que é que você é?” Ela caminhou para longe e no seu lugar havia sangue…”
“Ela foi
acusada de bruxaria por diversas crianças na vizinhança, Kedward antes dos
magistrados, negou a acusação que está sendo colocada em cima dela…”
O corpo dela jamais foi
encontrado, apesar de todos o esforço. E parecia que algo não queria que fosse,
pois durante 13 dias após o afogamento o riacho ficou obstruído por madeiras e
gravetos, como se quisessem dificultar as buscas…
Depois
da morte de Doce Eileen afogada no lago, onde onze pessoas juraram por suas
vidas terem visto uma mão puxar a menina para morte, a cidade viveu uma época
de calmaria. Onde a lenda da Bruxa foi quase esquecida por todos, mas apesar de
60 anos terem passado sem uma grande tragédia, parece que a maldição
estava apenas adormecida, pois em 1886 ela voltou com uma força jamais antes
vista nesse mundo.
Robin
Weaver era um menino de oito anos, morador da cidade de Burkittsville, que um
dia no passado havia sido a vila de Blair. Mas apesar do lugar ter mudado de
nome, a floresta maldita ainda estava lá, esperando algum desavisado. E para o
azar de Robin e sua família, ele acabou se perdendo lá em uma tarde e quando a
noite chegou com toda sua escuridão o garoto não retornou, fazendo todos
temerem o pior.
Assim
que a notícia do desaparecimento se espalhou pelo local, uma equipe de busca
foi montada para tentar resgatar o garoto. Dessa maneira cinco homens partiram
em uma jornada noturna para dentro da floresta da Bruxa, sem temerem nada, pois
o que poderia acontecer com eles estando todos juntos?
Mais
de um dia se passou e o grupo de busca não retornou, muito menos o menino
sumido. Pensando que talvez os homens estivessem perdidos, talvez por causa da
noite ou quem sabe a floresta poderia ter os enganado. Por esse motivo uma
segunda equipe partiu em busca da primeira e ainda acreditando que poderiam
achar o pequeno garoto.
Depois
de algumas horas de busca os primeiros homens foram encontrados, mas aquela
altura eles eram apenas pedaços, pois todos tinham sido estripados e suas
vísceras estavam espalhadas pelo chão, com os rostos deformados e as mãos
amarradas. Vendo aquela cena infernal, o segundo grupo partiu de volta para
cidade, tentando encontrar ajuda para remover o que havia sobrado dos corpos,
mas para a surpresa de todos os mortos simplesmente haviam sumido do lugar onde
foram encontrados e nas folhas restava apenas um pouco de sangue seco…
Durante muitos anos poucos
ousaram entrar na floresta temendo por suas vidas e a lenda da Bruxa estava
viva na mente de todos. Contudo em 1925, doze anos depois de ter ido morar
na cidade de Burkittsville, Rustin Parr resolveu construir uma casa no meio da
mata, em um lugar que ficava a mais de quatro horas de caminhada da cidade.
Certamente
muitas pessoas pensaram que ele estava louco, mas após cinco anos de muito
trabalho a casa ficou pronta. Durante algum tempo Rustin ainda ficou na cidade,
pois trabalhava na loja do seu tio, mas após sua tia morrer a loja foi fechada
e seu tio foi morar em outro lugar. Sem mais nada que o prendesse ali, ele foi
morar de vez no meio do mato e cada vez menos era visto em Burkittsville. Dizem
que chegou a um ponto onde ele aparecia na cidade apenas duas vezes ao ano.
Nesse
tempo, os moradores pensavam que talvez tudo que tinha acontecido até hoje não
passavam de histórias contadas por seus parentes mais velhos, pois se a Bruxa
havia matado cinco homens em uma noite, como que apenas um que vagava quase
todos os dias pela floresta não era atacado? Isso fez com que a crença na Bruxa
fosse diminuindo, porém mal sabiam eles que parece que quanto menos se acredita
nela, mais forte ela fica…
Até 1940 a vida em
Burkittsville estava pacata, com Rustin Parr vivendo na floresta e a lenda
sendo esquecida, mas naquele ano algo terrível estava para acontecer, algo tão
cruel que ninguém jamais se esqueceria que aquele lugar era amaldiçoado, pois
uma tragédia macabra ia acontecer com sete crianças…
Nessa
época Rustin Parr viva em meio à floresta, totalmente isolado. Algumas vezes
ele era visto vagando pelo mato com um cachimbo no canto da boca. Há quem diga
que ele conversava com as árvores ou mesmo com um ser que ninguém via. Alguns
diziam que Rustin era louco, outro apenas achavam que ele amava a natureza mais
do que tudo.
Mas
no dia 13 de novembro de 1941, a vida mansa de Burkittsville ficaria agitada e
Rustin Parr deixaria de ser o maluco do mato para se tornar suspeito de
terríveis crimes.
Naquele fatídico dia, Emily
Hollands saiu para rua, o que sempre fazia normalmente para brincar com
seus amigos. Porém nessa tarde ela foi chamada por um homem que a observava a
tempo. Quando a menina chegou perto foi pega com força e sua boca tapada pela
mão não pode emitir nenhum som, assim Emily foi pega sem conseguir se quer
pedir socorro.
A
garota foi carregada até a floresta, onde foi amordaçada, tendo suas mãos e pés
amarrados. Durante horas ela foi carregada como um saco de batata nas costas do
homem, até que chegaram a uma casa no meio do nada. Por um tempo Emily ficou
jogada no chão choramingando, enquanto seu sequestrador estava em outra parte
da casa se arrumando.
Depois
de um tempo ele voltou e um ritual macabro foi iniciado, ritual que tinha como
oferenda a pequena garota de apenas 7 anos. A menina teve seu corpo cortado em
diversos lugares com uma faca, onde símbolos estranhos eram desenhados e seu
crânio foi esmagado com força, gerando um traumatismo craniano. Durante horas
ela sofreu aquela tortura, até que seu pequeno corpo perdeu as forças e morreu.
Emily estava toda ensanguentada e cortada, quase irreconhecível.
Menos
de um mês depois, no início de dezembro, Kyle Brody, um menino que também vivia
em Burkittsville, saiu para brincar e não voltou para casa. Ele também foi
levado para a maldita casa no meio do mato, mas não foi morto nem oferecido em
um ritual. A tortura que ele viria a sofrer seria pior do que qualquer um dor
física.
Depois de Emily, a primeira a
ser morta e Kyle, outras seis crianças foram sequestradas e assassinadas em
rituais macabros. E Brody teve que assistir tudo, vendo as crianças serem
mortas por aquele monstro, o coitado do garoto tinha que ficar em um canto da
sala onde os assassinatos ocorriam, ele ouvia tudo, inclusive ele conta que
Rustin falava com uma mulher enquanto cometia os crimes, chegou até perguntar o
garoto se ele também a ouvia, mas ele respondeu que não.
Será
que Rustin Parr conversava com a lendária Bruxa de Blair enquanto matava as
crianças? Ou mesmo fazia aqueles rituais oferecendo os pequenos para ela…?
Por
sorte Kyle Brody conseguiu, em um momento de descuido, fugir da casa e chegar
até a cidade. E seu testemunho foi a chave para descoberta do criminoso que
estava sequestrando as crianças. Os corpos dos sete mortos foram encontrados
embaixo da casa de Rustin, todos em decomposição avançada.
Depois
disso o estranho homem que vivia no meio da floresta amaldiçoada foi a
julgamento e recebeu a pena de morte por enforcamento. No dia 22 de
novembro de 1941, Rustin Parr foi enforcado.
Todos
acharam que tudo estava acabado e que desta vez a maldição da Bruxa havia
terminado, porém ainda faltava algo e o único sobrevivente do massacre das
crianças tinha um futuro sombrio pela frente.
No ano
de 1957, Kyle Brody, o garoto que viu todos os outros serem mortos, foi
internado em um hospício depois de ter sido preso varias vezes por
vagabundagem. E durante anos foi sendo jogado de um manicômio para outro,
sempre causando problemas com ataques de raiva e delírios.
Em
1961, depois de receber a refeição do dia Kyle pegou a colher de madeira que
recebeu para comer e começou a raspa-la no chão até que ficou afiada. Com a
arma pronta ela a enfiou bem fundo em seu próprio pulso, rasgando sua carne e
veias, fazendo o sangue jorrar para todos os lados enquanto a vida ia deixando
seu corpo…
Assim morreu, sangrando até a
morte, o último amaldiçoado de Burkittsville e o “trabalho da Bruxa” estava
completo, pois todos os envolvidos com aqueles ritos satânicos tiveram uma
morte macabra.
Hoje
em dia algumas pessoas ainda visitam a floresta de Blair, em busca da Bruxa,
que jamais se manifestou de novo, mas como se sabe ela costuma sumir
de tempos em tempos, até sua historia sumir da memória, então ela volta com um
golpe ainda maior, matando todos que estiverem envolvidos, sejam homens ou
crianças, pois a maldição da Bruxa de Blair jamais se extingue, apenas espera a
hora certa para atacar e ser lembrada.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Eventos extremos aumentam por causa das mudanças climáticas
As mudanças climáticas aumentaram a frequência dos
fenômenos meteorológicos extremos - em particular, secas e ondas de calor -
entre 2011 e 2015, afirma a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em um
relatório publicado nesta terça-feira (8) no Marrocos.
"As mudanças climáticas provocadas pelas atividades
humanas favoreceram inúmeros eventos meteorológicos extremos registrados entre
2011 e 2015", afirma a OMM no documento publicado durante a 22ª
Conferência do Clima anual da ONU (COP22), realizada na cidade marroquina de
Marrakesh.
A probabilidade de que haja temperaturas extremas se
multiplicou por dez e, inclusive mais", adverte a organização.
Temperaturas recordes nos Estados Unidos em 2012 e na
Austrália em 2013, verões quentes no leste asiático e Europa ocidental em 2013,
ondas de calor na primavera e no outono de 2014 na Austrália, recorde anual de
calor na Argentina em dezembro de 2013: todos estes são fenômenos cuja
probabilidade aumentou fortemente com as mudanças climáticas, explica o estudo.
As pesquisas que examinam os vínculos entre fenômenos
extremos e mudança climática são cada vez mais numerosas, e a maioria é
publicada no boletim da Sociedade de Meteorologia americana.
Com 79 estudos publicados a respeito do tema entre 2011
e 2014 nessa revista, assinala a OMM, mais da metade estabeleceu um vínculo
entre as mudanças climáticas e os fenômenos extremos estudados.
domingo, 6 de novembro de 2016
07 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos
07 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos
1) Mãos Peludas
Em 1920, diversos acidentes começaram a acontecer
numa estrada sem nada de especial. O local, na travessia de Dartmoor, em Devon,
começou a ter acidentes recorrentes e inexplicáveis. Até que um motorista
sobreviveu, e relatou que, antes de colidir, viu um par de mão peludas tomando
o volante e tirando o carro da estrada.
Esse foi apenas o primeiro de vários relatos
descrevendo a mesma situação. Quando um suposto investigador paranormal foi até
o local, viu as mãos, presas a nenhum corpo, passeando pelo capô de seu carro.
2) O vampiro de Croglin Grange
Croglin Grange era a casa dos Fisher, em Cumbria (Inglaterra). Uma
vez, durante o verão, dois irmãos e sua irmã estavam na casa, quando viram duas
luzes no cemitério, que pareciam encará-los. Eles começaram a se mover, até
chegar ao gramado da propriedade. Subitamente, um rosto apareceu na janela,
descrito como marrom e com olhos flamejantes.
A
criatura tinha mãos ossudas e tentou entrar pela janela, raspando-a, e atacou a
irmã, que gritou por ajuda. Um ano depois, enfrentaram outra visita da
criatura, mas dessa vez atiraram em sua perna. Ela escapou, apenas para que na
manhã seguinte, conferindo o cemitério, os irmãos encontrassem diversos caixões
violados, exceto um. Ao abrí-lo, encontraram o monstro que havia atacado sua
irmã, e colocaram fogo nele. O que era, jamais saberemos.
3) Funerais fantasmagóricos
Era comum, até o século XVII, que pessoas
próximas da morte vissem caravanas fúnebres passando em estradas desertas,
durante à noite. Mais do que a simples procissão, as visões eram acompanhadas
de sons, cânticos, cheiro de embalsamamento e choro.
4) Os gêmeos Pollock
Em 1958, Gillian e Jennifer Pollock nasceram. Os gêmeos, entretanto,
não foram os primeiros do casal Pollock, que havia tido duas meninas
anteriormente, também gêmeas, que faleceram num acidente de carro.
Entretanto,
os dois garotos nasceram exatamente com as mesmas marcas que as falecidas
meninas, e assim que começaram a falar, tinham cada dia mais as personalidades
parecidas com as das duas gêmeas antigas. Quando envelheceram, eram capazes de
identificar qual brinquedo havia sido de qual de suas “irmãs”, e podiam até
mesmo recontar com detalhes as circunstâncias do acidente de carro no qual
“morreram”. Deu até calafrio.
5) A anciã misteriosa
Essa é a Condessa Desmond, ou Katherine Fitzgerald, que no século
XVII viveu além dos 140 anos. Ninguém até hoje sabe como a mulher teria
conseguido prolongar por tanto tempo sua vida, e o fato fica mais estranhos
ainda quando sabemos que há diversas personalidades, de diferentes épocas, que
comprovam sua existência – como os escritores Francis Bacon e Sir Walter
Raleigh.
Bacon
escreveu o seguinte sobre ela: “as pessoas dizem que a velha condessa Desmond
viveu a idades de sete dígitos, que os dentes dela caíram e renasceram mais de
três vezes”. Aparentemente, sua morte se deu quando escalava uma árvore, e não
por velhice.
6) O conselho dos 9
Esse Conselho seria formado por 9 seres em estado
de evolução espiritual avançado, que controlariam diretamente a Terra e seus
habitantes. “Tom”, o seu líder, seria o deus egípcio Atum, cercado por outras
divindades do período. Acredita-se que esses 9 plantaram sua “semente” na
humanidade, mais ou menos como nos mitos de Prometeus e da gênese alienígena.
7) Luz sólida
Desde as primeiras histórias sobre OVNIs, luzes
com propriedades estranhas são descritas, descendo do céu para a terra de
maneira vagarosa e sendo usada para transportar animais e objetos para dentro
das naves. Também há relatos onde essas luzes perseguem pessoas, dobrando
quarteirões e entrando em prédios, o que é impossível nos padrões da física
atual.
O mistério de La Pascualita: manequim ou cadáver?
Uma famosa Manequim no
México de uma loja de noivas de 75 anos... agora se perguntem, por que uma
manequim está durando tanto tempo em uma loja? Por que ela não foi trocada? Bom
a história você confere abaixo... realmente é algo de se assustar... La
Pascualita é um manequim de noiva que "vive" na vitrine de uma loja
em Chihuahua, México, durante os últimos 75 anos. Isso é bastante tempo para
uma loja de vestidos de noiva manter um manequim, mas a boneca tem uma história
muito estranha por trás disso. Os moradores locais dizem que ela, na verdade,
não é simplesmente um manequim da loja, e sim a falecida filha do dono!
Segundo o site ViralNova, Pascuala Esparza, a falecida filha,
teria sido embalsamada e colocada na vitrine após sua morte. Ela morreu de
forma trágica no dia de seu casamento, picada por uma aranha, uma Viúva Negra.
La Pascualita foi instalada pela primeira vez na vitrine da loja em 25 de março
de 1930, vestida com um vestido de noiva primaveril. O efeito foi instantâneo. As
pessoas simplesmente não podiam deixar de olhar, mesmo a distância, àquele novo
manequim, com os olhos bem-definidos de vidro, cabelo verdadeiro e tom de pele
corado. Logo, perceberam que o manequim se assemelhava a dona da loja no
momento falecida, a Pascuala Esparza.
Não demorou muito para que chegassem a conclusão de que a boneca era
de fato o corpo embalsamado de sua filha, que havia morrido recente e
exatamente no dia de seu casamento. Esta revelação espalhou o medo entre os
moradores, e logo começaram a expressar a sua desaprovação. Mas com o tempo o
dono da loja fez um comunicado oficial negando os rumores. Só que já era tarde
demais, ninguém estava disposto a acreditar nela, de tão real que a Manequim
parecia... Os moradores locais afirmam com certeza: a manequim é um corpo
embalsamado e seria a filha do dono, morta há algumas décadas. Quem chegou a
conhecer a filha do proprietário da loja afirma que ela era idêntica ao
manequim da vitrine.
Durante anos, a história de La Pascualita vem atraindo um monte de
visitantes, incluindo personalidades da mídia, de todo o México em Chihuahua.
Agora, as pessoas da América do Sul, EUA e Europa também começaram a fazer
visitas à noiva cadáver. Pessoas esfregam o nariz contra a vitrine da loja,
olhando para a manequim, tentando descobrir se ela é mesmo real ou não. São
absorvidos pelas suas características fascinantes olhar realista para o futuro.
A maioria das pessoas vão embora convencidos de que ela é mesmo real.
Claro que, a presença de um defunto especulado deve, naturalmente, ser
acompanhado por acontecimentos sobrenaturais. Vários incidentes ímpares foram
relatados em torno do manequim, nenhum dos quais, lógico, foi confirmada.
Diz-se que um apaixonado francês chegaria a noite e magicamente traria
Pascualita de volta à vida, levando-a para fora da cidade. Alguns outros
acreditam que seu olhar muda e segue-os ao redor da loja, outros até fizeram um
vídeo, e disse que ela SORRIU para a câmera! (Vídeo no final da postagem) À
noite, dizem que ela também troca de posição na vitrine SOZINHA.
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