terça-feira, 29 de novembro de 2016
Avião da Chapecoense sofre acidente em viagem para a Colômbia
O avião que transportava a delegação da Chapecoense, para Medellín,
local do primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, sofreu um acidente em
Cerro Gordo, nas cercanias da cidade de La Unión, na madrugada desta
terça-feira. Segundo autoridades, há seis sobreviventes entre as 81 pessoas
presentes no voo, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. Não há
confirmações sobre quem são as vítimas.
O primeiro sobrevivente a ser
atendido no hospital foi o lateral esquerdo Alan Ruschel, que chegou consciente
ao local e conversando com os funcionários do local. Posteriormente, hospitais
da região informaram que os goleiros Danilo e Follmann também estão sendo atendidos. O
zagueiro Neto também foi encontrado com vida nos escombros. O
jornalista Rafael Henzel e a comissária de bordo Ximena Suarez sao os
outros sobreviventes.
A imprensa local informa que a
aeronave perdeu contato com a torre de controle por volta das 22h15 local (1h15
de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em
Rionegro, perto de Medellín. As ambulâncias com os primeiros feridos
chegaram ao Hospital San Juan de Dios de La Ceja por
volta das 5h (de Brasília).
O trabalho de resgate foi
suspenso por volta das 6h (de Brasília), primeiramente por causa das condições
meteorológicas adversas. A região do acidente é isolada, o terreno montanhoso e
as péssimas condições do tempo dificultam o trabalho de resgate. Mais tarde,
autoridades locais informaram que o resgate foi interrompido de forma
definitiva porque não há mais sobreviventes.
O avião de matrícula CP2933 *
transportava 81 pessoas; entre tripulação, jogadores, comissão técnica,
diretoria e jornalistas. A delegação brasileira viajava rumo a Medellín, cidade
na qual a Chapecoense iniciaria nesta quarta-feira a briga pelo primeiro título
continental diante do Atlético Nacional.
domingo, 27 de novembro de 2016
No Paraná, criança tropeça em cobra de quase cinco metros à margem de lago
Uma criança se deparou com uma sucuri com quase
cinco metros de comprimentoàs margens do Lago de Itaipu (extremo
Oeste do Paraná) na madrugada deste domingo (27).
De acordo com a Polícia
Ambiental, o garotinho
pescava com a família no balneário conhecido como praia nova, no município de
Santa Helena, quando tropeçou na cobra. Jovens que estavam com o
menino apuraram se tratar de uma cobra após iluminarem o local onde a criança
estava.
A sucuri, que conforme policiais ambientais é nativa, foi
capturada próximo à subestação da Sanepar e solta no refúgio biológico de Santa
Helena.
Quando começaram a chegar
alguns curiosos, o réptil com peso aproximado de 60 kg,tentou subir em uma
árvore ao lado do muro das instalações da Sanepar, mas o vegetal quebrou por
conta do peso da cobra. Um rapaz filmou a árvore quebrando com o peso da
sucuri.
Quando começaram a chegar
alguns curiosos, o réptil tentou subir em uma árvore ao lado do muro das
instalações da Sanepar, mas a árvore quebrou por conta do peso da cobra.
A Polícia Ambiental foi
acionada junto com a Defesa Civil para retirar a sucuri do lugar por precaução,
pois muitas pessoas circulam naquele local.
Agentes ambientais
acrescentaram que, apesar de não serem raras, sucuris deste tamanho não são
muito comuns na região.
Vida em Marte pode estar 'escondida' em bacia no sul do planeta
Se quisermos encontrar
evidência de vida em Marte, nossa melhor alternativa é estudar a Planície de
Argyre, uma enorme bacia de impacto no sul do Planeta Vermelho.
Esta informação é a conclusão do estudo de uma
equipe de astrobiólogos da Universidade de Cornell. O grupo desenvolveu uma
pesquisa com o objetivo de determinar o melhor lugar para encontrar
vida ou vestígios de organismos vivos em Marte. Em outras palavras, se há
ou houve vida no planeta, ela está (ou já esteve) na Planície de Argyre.
“Argyre dispõe de uma série de paisagens
interessantíssimas, do ponto de vista astrobiológico. A região tem
depósitos hidrotérmicos, pingos [montes cônicos que têm seu núcleo formado por
gelo] e antigos depósitos glaciais”, detalhou o cientista que liderou o
estudo, Alberto Fairén, em entrevista ao site Space.com.
Argyre também é um lugar interessante para se
explorar porque não é tão extensa; tem cerca de 1.770 quilômetros. “Essa região
tem uma configuração interessante e pode ser explorada em uma só missão. Argyre
é uma aposta forte”, disse Fairén.
Por quê?
Mas o que faz a Planície de Argyre tão especial? É
preciso estudar um pouco sobre a história de Marte para entender.
Há cerca de quatro bilhões de anos, o
planeta tinha um campo magnético forte,
como o da Terra, que o protegia da radiação emitida pelo Sol. Além disso,
acredita-se que água corria livremente por Marte. Estas duas condições já são
um passo gigantesco para que um planeta seja habitável.
Gradualmente, a atmosfera de Marte foi
sendo afetada por fortes e agressivos ventos solares, não suportados pelo
campo magnético que protegia o planeta. O resultado do processo que durou
bilhões de anos é um deserto gelado e inabitável.
A equipe
que estudou a bacia da Planície de Argyre descobriu a região é resultado do impacto de um
meteoro ou de outro corpo celeste, que, provavelmente,
engatilhou atividade hidrotérmica e pode ter fomentado a vida.
Mesmo que
as missões enviadas à bacia não encontrem vida, os cientistas apostam que
fósseis de organismos vivos podem ser achados por lá.
E a Curiosity?
Mais uma
pergunta que precisa ser respondida: por
que não aproveitar a presença do rover Curiosity, enviado a Marte em 2011, para
explorar a região?
A equipe
responsável pelo estudo afirma que o veículo, por mais esterilizado que esteja
quando chegar à bacia, poderá
‘contaminar’ a região com microrganismos terráqueos, gerando
relatórios que identifiquem falsos positivos.
Fairén e
sua equipe sugerem que, a princípio, sondas orbitem a região. Somente depois de
confirmada a hipótese de vida atualmente ou no passado, rovers com pequenos
laboratórios científicos seriam enviados para investigar e capturar os sinais
de vida. Os
veículos desenvolvidos para a missão deveriam considerar que nenhum
microrganismo da Terra poderia chegar intacto à região,
preocupação que não foi prioridade na produção da Curiosity.
domingo, 13 de novembro de 2016
fofão - o boneco satânico
O Fofão é um personagem muito famoso aqui no Brasil que fez sucesso nos
anos 80. Originalmente este personagem ganhou fama através do programa Balão
Mágico, programa este televisionado pela Rede Globo e esteve no ar de 1983 à
1986. Mas devido ao sucesso do personagem, acabou ganhando um programa de TV
somente dele, na Rede Bandeirantes e ficou no ar de 1986 até o ano de 1989.
O Fofão, personagem do programa Balão Mágico era um sucesso só, tanto
que ganhou uma linha de biscoitos (o clássico Lanche do Fofão - que era um
wafer tamanho gigante, que as mães adoravam botar em nossas lancheiras),
bombons (o Bombom do Fofão era a coisa mais murcha de que se tem notícia) e
bonecos. Porém, o boneco, desde o seu lançamento, é acompanhado de uma lenda
macabra. Reza a lenda, que todos os bonecos tinham, entre o pescoço e a cabeça
do boneco, uma espécie de punhal. E pra completar, a população insuflava a
lenda, dizendo que tinham mesmo encontrado o tal punhal - eu sempre achei o
boneco do Fofão parecido com o Chuck, e por causa dessa semelhança sempre achei
o Fofão da minha irmã assustador. Mas a tal "lenda macabra" é, muito
mais escrota que a assombrosa semelhança com o Chuck. - See more at:
http://noisatoa.com/daora/a_lenda_do_fofao#sthash.DcgP32P7.dpuf
O Sucesso do alegre Fofão foi tanto com o público infantil que não
demorou para serem lançados produtos atrelados ao nome do Fofão, entre eles
estão os biscoitos wafers (pareciam feitos de borracha, mas eu adorava),
lancheiras, bombons (a coisa mais murcha e estranha que já lançaram aqui no
Brasil) e os bonecos. E é justamente com os bonecos que a história do
carismático Fofão começou a ficar sinistra.
Após o lançamento dos primeiros bonecos do Fofão, as pessoas que haviam
comprado constataram que dentro do brinquedo, na parte onde ficava o peito do
boneco, havia um objeto pontiagudo. Quando os bonecos foram abertos as pessoas
puderam constatar que havia um objeto parecido com um punhal abaixo do pescoço,
e em alguns casos foi achado também um saquinho com um pó vermelho amarrado ao
suposto punhal.
Reza a lenda que o ator (Orival Pessini) que atuava como o Fofão teria
feito um pacto com o diabo para que ele conseguisse fama e dinheiro, em troca,
ele "levaria" o satanás para dentro de todas as casas dos que
comprassem os bonecos. Outra teoria diz que os fabricantes é que seriam os seres
do capeta e que tinham o mesmo intuito, de levar o mal para dentro das casas
das pessoas. Ainda segundo a lenda o boneco deveria ser destruído
imediatamente, de preferência com o fogo.
Alguns também dizem que o programa do Fofão continha mensagens
subliminares para induzir as crianças a cometerem crimes.Outros dizem que os
boatos foram espalhados por uma emissora rival, com o intuito de acabar com a
imagem do bochechudo.
Escola é fechada após aparição sobrenatural na Malásia
Bangcoc, 2 mai (EFE).- Várias escolas da cidade de Kota Bharu, capital
de Kelantan, no norte Malásia, registraram nas últimas semanas fatos estranhos,
um fenômeno que a imprensa local atribuiu a "fatos sobrenaturais",
mas que para os especialistas é produto de algo muito real: a histeria
coletiva.
Na semana passada, mais de cem pessoas, entre alunos e professores, sofreram desmaios, vômitos e ataques de ansiedade após a aparição de uma "silhueta preta sobrenatural" no colégio SMK Pengkalan Chepa 2.
"Não me surpreende que os surtos tenham acontecido em escolas islâmicas da zona rural da Malásia. É região religiosamente mais conservadora, com uma arraigada crença nos espíritos, e cujas doutrinas a respeito são mais rígidas", disse à Agência Efe o sociólogo americano Robert Bartholomew.
A escola foi fechada por três dias para que clérigos islâmicos recitassem versos do Corão dentro do colégio e os 'bomohs' (xamãs) afugentassem os 'pontianak', nome como os fantasmas são conhecidos da mitologia local.
Uma das alunas garantiu que ficou com as mãos dormentes e que a cabeça dava voltas. Outra disse ter sentido uma "pesada presença" em cima do seu corpo, em entrevista à rede "BBC".
"A imprensa e as redes sociais se encarregaram do restante e contribuíram para o efeito dominó", explicou o pesquisador, esclarecendo que os sintomas de histeria aparecem em pessoas "absolutamente saudáveis", mas com níveis "severos" de estresse mental.
A Universidade Pahang da Malásia começou a vender em maio do ano passado um kit anti-histeria que contém sal, spray de pimenta, limão e pinças de madeira, entre outros artigos, para "espantar os espíritos malignos".
"Os muçulmanos acreditam que estes ingredientes de uso diário protegem dos demônios e dos que fazem rituais supersticiosos, embora o kit também contenha compostos químicos menos comuns, como cloreto de sódio e ácido fórmico", argumentou o criador da invenção, o professor Mahyuddin Ismail.
Segundo Ismail, durante mais de 20 anos este tratamento foi utilizado por hospitais "prestigiados", como o Manarah Islamic Treatment Centre, que declararam sua "alta efetividade".
"Quando lançamos o protótipo no ano passado, muitos questionaram, mas depois do aumento no número de casos nas últimas semanas outros muitos estão me pedindo ajuda", afirmou ele, apesar de reconhecer que alguns médicos e psiquiatras não aceitam como válido o componente sobrenatural.
O sociólogo americano ironiza e duvida da efetividade do kit.
"Para mim, faria mais sentido se isso fosse acompanhamento da minha comida chinesa. Estamos no século XXI. Penso o mesmo a respeito dos 'bomohs'. Fechar um colégio e pedir para que um curandeiro vá até lá para solucionar a questão não faz mais do que legitimar que há algo sobrenatural nos surtos, quando não há", defendeu Bartholomew.
As instituições de ensino da Malásia são as que mais encomendaram o kit feito por Ismail, que custa 499 ringgits malaios (mesmo valor em reais) e teve o respaldo do Ministério da Educação, que apoiou o lançamento oficial.
A definição científica da histeria coletiva, ou Doença Psicogênica em Massa, diz que se trata de uma situação na qual uma pessoa experimenta sintomas de uma doença qualquer - sem causa orgânica alguma - e estes se estendem rapidamente para aqueles que estão ao redor.
Normalmente ocorre em ambientes fechados e com pessoas que convivem muito próximas. Pode acontecer em hospitais, mosteiros, ambientes industriais, mas na maioria das vezes ocorre em colégios.
"É um transtorno cujo tratamento e cura ainda não temos muita informação", disse Ismail.
A histeria coletiva foi qualificada como tal no século 18, mas existem textos datados de mil atrás que falam de 'danzig-mania' - que fazia as pessoas dançarem de forma descontrolada durante horas -, considerada por alguns especialistas um precedente da histeria.
Outros estudiosos do tema, como o escritor John Waller, já afirmaram que os surtos são cada vez mais frequentes no mundo, "de Kuala Lumpur ao México, dos Estados Unidos à Europa".
Na semana passada, mais de cem pessoas, entre alunos e professores, sofreram desmaios, vômitos e ataques de ansiedade após a aparição de uma "silhueta preta sobrenatural" no colégio SMK Pengkalan Chepa 2.
"Não me surpreende que os surtos tenham acontecido em escolas islâmicas da zona rural da Malásia. É região religiosamente mais conservadora, com uma arraigada crença nos espíritos, e cujas doutrinas a respeito são mais rígidas", disse à Agência Efe o sociólogo americano Robert Bartholomew.
A escola foi fechada por três dias para que clérigos islâmicos recitassem versos do Corão dentro do colégio e os 'bomohs' (xamãs) afugentassem os 'pontianak', nome como os fantasmas são conhecidos da mitologia local.
Uma das alunas garantiu que ficou com as mãos dormentes e que a cabeça dava voltas. Outra disse ter sentido uma "pesada presença" em cima do seu corpo, em entrevista à rede "BBC".
"A imprensa e as redes sociais se encarregaram do restante e contribuíram para o efeito dominó", explicou o pesquisador, esclarecendo que os sintomas de histeria aparecem em pessoas "absolutamente saudáveis", mas com níveis "severos" de estresse mental.
A Universidade Pahang da Malásia começou a vender em maio do ano passado um kit anti-histeria que contém sal, spray de pimenta, limão e pinças de madeira, entre outros artigos, para "espantar os espíritos malignos".
"Os muçulmanos acreditam que estes ingredientes de uso diário protegem dos demônios e dos que fazem rituais supersticiosos, embora o kit também contenha compostos químicos menos comuns, como cloreto de sódio e ácido fórmico", argumentou o criador da invenção, o professor Mahyuddin Ismail.
Segundo Ismail, durante mais de 20 anos este tratamento foi utilizado por hospitais "prestigiados", como o Manarah Islamic Treatment Centre, que declararam sua "alta efetividade".
"Quando lançamos o protótipo no ano passado, muitos questionaram, mas depois do aumento no número de casos nas últimas semanas outros muitos estão me pedindo ajuda", afirmou ele, apesar de reconhecer que alguns médicos e psiquiatras não aceitam como válido o componente sobrenatural.
O sociólogo americano ironiza e duvida da efetividade do kit.
"Para mim, faria mais sentido se isso fosse acompanhamento da minha comida chinesa. Estamos no século XXI. Penso o mesmo a respeito dos 'bomohs'. Fechar um colégio e pedir para que um curandeiro vá até lá para solucionar a questão não faz mais do que legitimar que há algo sobrenatural nos surtos, quando não há", defendeu Bartholomew.
As instituições de ensino da Malásia são as que mais encomendaram o kit feito por Ismail, que custa 499 ringgits malaios (mesmo valor em reais) e teve o respaldo do Ministério da Educação, que apoiou o lançamento oficial.
A definição científica da histeria coletiva, ou Doença Psicogênica em Massa, diz que se trata de uma situação na qual uma pessoa experimenta sintomas de uma doença qualquer - sem causa orgânica alguma - e estes se estendem rapidamente para aqueles que estão ao redor.
Normalmente ocorre em ambientes fechados e com pessoas que convivem muito próximas. Pode acontecer em hospitais, mosteiros, ambientes industriais, mas na maioria das vezes ocorre em colégios.
"É um transtorno cujo tratamento e cura ainda não temos muita informação", disse Ismail.
A histeria coletiva foi qualificada como tal no século 18, mas existem textos datados de mil atrás que falam de 'danzig-mania' - que fazia as pessoas dançarem de forma descontrolada durante horas -, considerada por alguns especialistas um precedente da histeria.
Outros estudiosos do tema, como o escritor John Waller, já afirmaram que os surtos são cada vez mais frequentes no mundo, "de Kuala Lumpur ao México, dos Estados Unidos à Europa".
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
A verdadeira historia da bruxa de Blair
Vocês provavelmente já
devem ter visto, ou pelo menos ouvido falar do filme A bruxa de Blair. Mas para
aqueles que não conhecem, é um longa de terror do fim dos anos 90 que contava a
história de três jovens que foram para a floresta de Burkittsville, Maryland,
Estados Unidos, para gravar um documentário sobre uma lenda local de uma bruxa.
No filme, a lenda que
eles investigam se mostra real e a bruxa os deixa perdidos na floresta. Agora,
isso gravado como um documentário deu a impressão de que a história era real
e foi exatamente isso que fez o filme fazer tanto sucesso. Mas, a lenda da
bruxa não é falsa, pois desde sua fundação, quando ainda era chamada de
Blair, a cidade próxima a floresta teve momentos macabros, com acontecimentos
inexplicáveis, mortes e crianças desaparecidas. Vem ver!
A história dessa cidade, chamada de Blair, é mais antiga do que
se possa imaginar, remontando o ano de 1771 que foi a data de sua fundação,
quando ela tinha não mais do que duas ruas e uma dúzia de casas. Durante 14
anos a cidade prosperou normalmente, até que no fim de 1785, uma mulher que
vivia no local, Elly Kedward, foi acusada de bruxaria. Algumas crianças
disseram que ela as levava para sua casa e tirava sangue dos pequenos.
No
meio do inverno daquele ano a mulher bruxa foi considerada culpada e foi expulsa
do vilarejo. Sendo deixada na floresta a sua própria sorte, o que certamente
deve ter causado sua morte. Talvez ela tenha morrido congelada, mas dizem que
ela se afogou depois de cair na água gelada enquanto andava na floresta a
noite.
Um ano se passou até que as
coisas começaram a ficar feias na cidade. Durante o rigoroso inverno de 1786,
todas as crianças e adultos locais que haviam acusado Elly de bruxa
simplesmente desapareceram sem explicação alguma. Todos que sobraram juraram
jamais citar o nome da bruxa de novo.
Muitos
anos se passaram e um novo século havia surgido. E foi no ano de 1809, que um
misterioso livro surgiu, como o nome de O Culto da Bruxa de Blair. A única
edição dele está bastante destruída e mal pode-se ler seu conteúdo, mas pequenas
partes ainda legíveis nos revelam que ele conta a história de Elly, a bruxa que
foi abandonada na floresta para morrer.
“A velha
horrorosa arrancou a cabeça do menino do corpo e manchou toda a Igreja com o
sangue quente dele. Notei que um dente de cão surgia na perna dela… e ela
controlava os animais da floresta.”
“Dentro
dos buracos da falada parede, encontraram diversos marionetes, feitos com
gravetos e pedaços de pano, todos sem cabeça.”
“Despertando
em uma noite, ele viu claramente uma mulher entre o berço e as camas ao lado,
olhando sobre ele. Ela desapareceu… E ele encontrou todas as portas batendo…
Logo viu a mesma mulher, na mesma aparência novamente, e disse: “Em nome de
Deus, o que é que você é?” Ela caminhou para longe e no seu lugar havia sangue…”
“Ela foi
acusada de bruxaria por diversas crianças na vizinhança, Kedward antes dos
magistrados, negou a acusação que está sendo colocada em cima dela…”
O corpo dela jamais foi
encontrado, apesar de todos o esforço. E parecia que algo não queria que fosse,
pois durante 13 dias após o afogamento o riacho ficou obstruído por madeiras e
gravetos, como se quisessem dificultar as buscas…
Depois
da morte de Doce Eileen afogada no lago, onde onze pessoas juraram por suas
vidas terem visto uma mão puxar a menina para morte, a cidade viveu uma época
de calmaria. Onde a lenda da Bruxa foi quase esquecida por todos, mas apesar de
60 anos terem passado sem uma grande tragédia, parece que a maldição
estava apenas adormecida, pois em 1886 ela voltou com uma força jamais antes
vista nesse mundo.
Robin
Weaver era um menino de oito anos, morador da cidade de Burkittsville, que um
dia no passado havia sido a vila de Blair. Mas apesar do lugar ter mudado de
nome, a floresta maldita ainda estava lá, esperando algum desavisado. E para o
azar de Robin e sua família, ele acabou se perdendo lá em uma tarde e quando a
noite chegou com toda sua escuridão o garoto não retornou, fazendo todos
temerem o pior.
Assim
que a notícia do desaparecimento se espalhou pelo local, uma equipe de busca
foi montada para tentar resgatar o garoto. Dessa maneira cinco homens partiram
em uma jornada noturna para dentro da floresta da Bruxa, sem temerem nada, pois
o que poderia acontecer com eles estando todos juntos?
Mais
de um dia se passou e o grupo de busca não retornou, muito menos o menino
sumido. Pensando que talvez os homens estivessem perdidos, talvez por causa da
noite ou quem sabe a floresta poderia ter os enganado. Por esse motivo uma
segunda equipe partiu em busca da primeira e ainda acreditando que poderiam
achar o pequeno garoto.
Depois
de algumas horas de busca os primeiros homens foram encontrados, mas aquela
altura eles eram apenas pedaços, pois todos tinham sido estripados e suas
vísceras estavam espalhadas pelo chão, com os rostos deformados e as mãos
amarradas. Vendo aquela cena infernal, o segundo grupo partiu de volta para
cidade, tentando encontrar ajuda para remover o que havia sobrado dos corpos,
mas para a surpresa de todos os mortos simplesmente haviam sumido do lugar onde
foram encontrados e nas folhas restava apenas um pouco de sangue seco…
Durante muitos anos poucos
ousaram entrar na floresta temendo por suas vidas e a lenda da Bruxa estava
viva na mente de todos. Contudo em 1925, doze anos depois de ter ido morar
na cidade de Burkittsville, Rustin Parr resolveu construir uma casa no meio da
mata, em um lugar que ficava a mais de quatro horas de caminhada da cidade.
Certamente
muitas pessoas pensaram que ele estava louco, mas após cinco anos de muito
trabalho a casa ficou pronta. Durante algum tempo Rustin ainda ficou na cidade,
pois trabalhava na loja do seu tio, mas após sua tia morrer a loja foi fechada
e seu tio foi morar em outro lugar. Sem mais nada que o prendesse ali, ele foi
morar de vez no meio do mato e cada vez menos era visto em Burkittsville. Dizem
que chegou a um ponto onde ele aparecia na cidade apenas duas vezes ao ano.
Nesse
tempo, os moradores pensavam que talvez tudo que tinha acontecido até hoje não
passavam de histórias contadas por seus parentes mais velhos, pois se a Bruxa
havia matado cinco homens em uma noite, como que apenas um que vagava quase
todos os dias pela floresta não era atacado? Isso fez com que a crença na Bruxa
fosse diminuindo, porém mal sabiam eles que parece que quanto menos se acredita
nela, mais forte ela fica…
Até 1940 a vida em
Burkittsville estava pacata, com Rustin Parr vivendo na floresta e a lenda
sendo esquecida, mas naquele ano algo terrível estava para acontecer, algo tão
cruel que ninguém jamais se esqueceria que aquele lugar era amaldiçoado, pois
uma tragédia macabra ia acontecer com sete crianças…
Nessa
época Rustin Parr viva em meio à floresta, totalmente isolado. Algumas vezes
ele era visto vagando pelo mato com um cachimbo no canto da boca. Há quem diga
que ele conversava com as árvores ou mesmo com um ser que ninguém via. Alguns
diziam que Rustin era louco, outro apenas achavam que ele amava a natureza mais
do que tudo.
Mas
no dia 13 de novembro de 1941, a vida mansa de Burkittsville ficaria agitada e
Rustin Parr deixaria de ser o maluco do mato para se tornar suspeito de
terríveis crimes.
Naquele fatídico dia, Emily
Hollands saiu para rua, o que sempre fazia normalmente para brincar com
seus amigos. Porém nessa tarde ela foi chamada por um homem que a observava a
tempo. Quando a menina chegou perto foi pega com força e sua boca tapada pela
mão não pode emitir nenhum som, assim Emily foi pega sem conseguir se quer
pedir socorro.
A
garota foi carregada até a floresta, onde foi amordaçada, tendo suas mãos e pés
amarrados. Durante horas ela foi carregada como um saco de batata nas costas do
homem, até que chegaram a uma casa no meio do nada. Por um tempo Emily ficou
jogada no chão choramingando, enquanto seu sequestrador estava em outra parte
da casa se arrumando.
Depois
de um tempo ele voltou e um ritual macabro foi iniciado, ritual que tinha como
oferenda a pequena garota de apenas 7 anos. A menina teve seu corpo cortado em
diversos lugares com uma faca, onde símbolos estranhos eram desenhados e seu
crânio foi esmagado com força, gerando um traumatismo craniano. Durante horas
ela sofreu aquela tortura, até que seu pequeno corpo perdeu as forças e morreu.
Emily estava toda ensanguentada e cortada, quase irreconhecível.
Menos
de um mês depois, no início de dezembro, Kyle Brody, um menino que também vivia
em Burkittsville, saiu para brincar e não voltou para casa. Ele também foi
levado para a maldita casa no meio do mato, mas não foi morto nem oferecido em
um ritual. A tortura que ele viria a sofrer seria pior do que qualquer um dor
física.
Depois de Emily, a primeira a
ser morta e Kyle, outras seis crianças foram sequestradas e assassinadas em
rituais macabros. E Brody teve que assistir tudo, vendo as crianças serem
mortas por aquele monstro, o coitado do garoto tinha que ficar em um canto da
sala onde os assassinatos ocorriam, ele ouvia tudo, inclusive ele conta que
Rustin falava com uma mulher enquanto cometia os crimes, chegou até perguntar o
garoto se ele também a ouvia, mas ele respondeu que não.
Será
que Rustin Parr conversava com a lendária Bruxa de Blair enquanto matava as
crianças? Ou mesmo fazia aqueles rituais oferecendo os pequenos para ela…?
Por
sorte Kyle Brody conseguiu, em um momento de descuido, fugir da casa e chegar
até a cidade. E seu testemunho foi a chave para descoberta do criminoso que
estava sequestrando as crianças. Os corpos dos sete mortos foram encontrados
embaixo da casa de Rustin, todos em decomposição avançada.
Depois
disso o estranho homem que vivia no meio da floresta amaldiçoada foi a
julgamento e recebeu a pena de morte por enforcamento. No dia 22 de
novembro de 1941, Rustin Parr foi enforcado.
Todos
acharam que tudo estava acabado e que desta vez a maldição da Bruxa havia
terminado, porém ainda faltava algo e o único sobrevivente do massacre das
crianças tinha um futuro sombrio pela frente.
No ano
de 1957, Kyle Brody, o garoto que viu todos os outros serem mortos, foi
internado em um hospício depois de ter sido preso varias vezes por
vagabundagem. E durante anos foi sendo jogado de um manicômio para outro,
sempre causando problemas com ataques de raiva e delírios.
Em
1961, depois de receber a refeição do dia Kyle pegou a colher de madeira que
recebeu para comer e começou a raspa-la no chão até que ficou afiada. Com a
arma pronta ela a enfiou bem fundo em seu próprio pulso, rasgando sua carne e
veias, fazendo o sangue jorrar para todos os lados enquanto a vida ia deixando
seu corpo…
Assim morreu, sangrando até a
morte, o último amaldiçoado de Burkittsville e o “trabalho da Bruxa” estava
completo, pois todos os envolvidos com aqueles ritos satânicos tiveram uma
morte macabra.
Hoje
em dia algumas pessoas ainda visitam a floresta de Blair, em busca da Bruxa,
que jamais se manifestou de novo, mas como se sabe ela costuma sumir
de tempos em tempos, até sua historia sumir da memória, então ela volta com um
golpe ainda maior, matando todos que estiverem envolvidos, sejam homens ou
crianças, pois a maldição da Bruxa de Blair jamais se extingue, apenas espera a
hora certa para atacar e ser lembrada.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Eventos extremos aumentam por causa das mudanças climáticas
As mudanças climáticas aumentaram a frequência dos
fenômenos meteorológicos extremos - em particular, secas e ondas de calor -
entre 2011 e 2015, afirma a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em um
relatório publicado nesta terça-feira (8) no Marrocos.
"As mudanças climáticas provocadas pelas atividades
humanas favoreceram inúmeros eventos meteorológicos extremos registrados entre
2011 e 2015", afirma a OMM no documento publicado durante a 22ª
Conferência do Clima anual da ONU (COP22), realizada na cidade marroquina de
Marrakesh.
A probabilidade de que haja temperaturas extremas se
multiplicou por dez e, inclusive mais", adverte a organização.
Temperaturas recordes nos Estados Unidos em 2012 e na
Austrália em 2013, verões quentes no leste asiático e Europa ocidental em 2013,
ondas de calor na primavera e no outono de 2014 na Austrália, recorde anual de
calor na Argentina em dezembro de 2013: todos estes são fenômenos cuja
probabilidade aumentou fortemente com as mudanças climáticas, explica o estudo.
As pesquisas que examinam os vínculos entre fenômenos
extremos e mudança climática são cada vez mais numerosas, e a maioria é
publicada no boletim da Sociedade de Meteorologia americana.
Com 79 estudos publicados a respeito do tema entre 2011
e 2014 nessa revista, assinala a OMM, mais da metade estabeleceu um vínculo
entre as mudanças climáticas e os fenômenos extremos estudados.
domingo, 6 de novembro de 2016
07 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos
07 mistérios sobrenaturais jamais resolvidos
1) Mãos Peludas
Em 1920, diversos acidentes começaram a acontecer
numa estrada sem nada de especial. O local, na travessia de Dartmoor, em Devon,
começou a ter acidentes recorrentes e inexplicáveis. Até que um motorista
sobreviveu, e relatou que, antes de colidir, viu um par de mão peludas tomando
o volante e tirando o carro da estrada.
Esse foi apenas o primeiro de vários relatos
descrevendo a mesma situação. Quando um suposto investigador paranormal foi até
o local, viu as mãos, presas a nenhum corpo, passeando pelo capô de seu carro.
2) O vampiro de Croglin Grange
Croglin Grange era a casa dos Fisher, em Cumbria (Inglaterra). Uma
vez, durante o verão, dois irmãos e sua irmã estavam na casa, quando viram duas
luzes no cemitério, que pareciam encará-los. Eles começaram a se mover, até
chegar ao gramado da propriedade. Subitamente, um rosto apareceu na janela,
descrito como marrom e com olhos flamejantes.
A
criatura tinha mãos ossudas e tentou entrar pela janela, raspando-a, e atacou a
irmã, que gritou por ajuda. Um ano depois, enfrentaram outra visita da
criatura, mas dessa vez atiraram em sua perna. Ela escapou, apenas para que na
manhã seguinte, conferindo o cemitério, os irmãos encontrassem diversos caixões
violados, exceto um. Ao abrí-lo, encontraram o monstro que havia atacado sua
irmã, e colocaram fogo nele. O que era, jamais saberemos.
3) Funerais fantasmagóricos
Era comum, até o século XVII, que pessoas
próximas da morte vissem caravanas fúnebres passando em estradas desertas,
durante à noite. Mais do que a simples procissão, as visões eram acompanhadas
de sons, cânticos, cheiro de embalsamamento e choro.
4) Os gêmeos Pollock
Em 1958, Gillian e Jennifer Pollock nasceram. Os gêmeos, entretanto,
não foram os primeiros do casal Pollock, que havia tido duas meninas
anteriormente, também gêmeas, que faleceram num acidente de carro.
Entretanto,
os dois garotos nasceram exatamente com as mesmas marcas que as falecidas
meninas, e assim que começaram a falar, tinham cada dia mais as personalidades
parecidas com as das duas gêmeas antigas. Quando envelheceram, eram capazes de
identificar qual brinquedo havia sido de qual de suas “irmãs”, e podiam até
mesmo recontar com detalhes as circunstâncias do acidente de carro no qual
“morreram”. Deu até calafrio.
5) A anciã misteriosa
Essa é a Condessa Desmond, ou Katherine Fitzgerald, que no século
XVII viveu além dos 140 anos. Ninguém até hoje sabe como a mulher teria
conseguido prolongar por tanto tempo sua vida, e o fato fica mais estranhos
ainda quando sabemos que há diversas personalidades, de diferentes épocas, que
comprovam sua existência – como os escritores Francis Bacon e Sir Walter
Raleigh.
Bacon
escreveu o seguinte sobre ela: “as pessoas dizem que a velha condessa Desmond
viveu a idades de sete dígitos, que os dentes dela caíram e renasceram mais de
três vezes”. Aparentemente, sua morte se deu quando escalava uma árvore, e não
por velhice.
6) O conselho dos 9
Esse Conselho seria formado por 9 seres em estado
de evolução espiritual avançado, que controlariam diretamente a Terra e seus
habitantes. “Tom”, o seu líder, seria o deus egípcio Atum, cercado por outras
divindades do período. Acredita-se que esses 9 plantaram sua “semente” na
humanidade, mais ou menos como nos mitos de Prometeus e da gênese alienígena.
7) Luz sólida
Desde as primeiras histórias sobre OVNIs, luzes
com propriedades estranhas são descritas, descendo do céu para a terra de
maneira vagarosa e sendo usada para transportar animais e objetos para dentro
das naves. Também há relatos onde essas luzes perseguem pessoas, dobrando
quarteirões e entrando em prédios, o que é impossível nos padrões da física
atual.
O mistério de La Pascualita: manequim ou cadáver?
Uma famosa Manequim no
México de uma loja de noivas de 75 anos... agora se perguntem, por que uma
manequim está durando tanto tempo em uma loja? Por que ela não foi trocada? Bom
a história você confere abaixo... realmente é algo de se assustar... La
Pascualita é um manequim de noiva que "vive" na vitrine de uma loja
em Chihuahua, México, durante os últimos 75 anos. Isso é bastante tempo para
uma loja de vestidos de noiva manter um manequim, mas a boneca tem uma história
muito estranha por trás disso. Os moradores locais dizem que ela, na verdade,
não é simplesmente um manequim da loja, e sim a falecida filha do dono!
Segundo o site ViralNova, Pascuala Esparza, a falecida filha,
teria sido embalsamada e colocada na vitrine após sua morte. Ela morreu de
forma trágica no dia de seu casamento, picada por uma aranha, uma Viúva Negra.
La Pascualita foi instalada pela primeira vez na vitrine da loja em 25 de março
de 1930, vestida com um vestido de noiva primaveril. O efeito foi instantâneo. As
pessoas simplesmente não podiam deixar de olhar, mesmo a distância, àquele novo
manequim, com os olhos bem-definidos de vidro, cabelo verdadeiro e tom de pele
corado. Logo, perceberam que o manequim se assemelhava a dona da loja no
momento falecida, a Pascuala Esparza.
Não demorou muito para que chegassem a conclusão de que a boneca era
de fato o corpo embalsamado de sua filha, que havia morrido recente e
exatamente no dia de seu casamento. Esta revelação espalhou o medo entre os
moradores, e logo começaram a expressar a sua desaprovação. Mas com o tempo o
dono da loja fez um comunicado oficial negando os rumores. Só que já era tarde
demais, ninguém estava disposto a acreditar nela, de tão real que a Manequim
parecia... Os moradores locais afirmam com certeza: a manequim é um corpo
embalsamado e seria a filha do dono, morta há algumas décadas. Quem chegou a
conhecer a filha do proprietário da loja afirma que ela era idêntica ao
manequim da vitrine.
Durante anos, a história de La Pascualita vem atraindo um monte de
visitantes, incluindo personalidades da mídia, de todo o México em Chihuahua.
Agora, as pessoas da América do Sul, EUA e Europa também começaram a fazer
visitas à noiva cadáver. Pessoas esfregam o nariz contra a vitrine da loja,
olhando para a manequim, tentando descobrir se ela é mesmo real ou não. São
absorvidos pelas suas características fascinantes olhar realista para o futuro.
A maioria das pessoas vão embora convencidos de que ela é mesmo real.
Claro que, a presença de um defunto especulado deve, naturalmente, ser
acompanhado por acontecimentos sobrenaturais. Vários incidentes ímpares foram
relatados em torno do manequim, nenhum dos quais, lógico, foi confirmada.
Diz-se que um apaixonado francês chegaria a noite e magicamente traria
Pascualita de volta à vida, levando-a para fora da cidade. Alguns outros
acreditam que seu olhar muda e segue-os ao redor da loja, outros até fizeram um
vídeo, e disse que ela SORRIU para a câmera! (Vídeo no final da postagem) À
noite, dizem que ela também troca de posição na vitrine SOZINHA.
O mistério sobre a radio UVB 76.
O que é a UVB-76
Segundo a
Wikipedia, A UVB-76 (também conhecida como MDZhB)
é uma estação de rádio de ondas curtas, que transmite na
frequência 4.625 kHz. Ela ficou conhecida entre os ouvintes de
rádio como The Buzzer. Isso porque ela possui um
pequeno e monótono sinal, repetindo-se a uma taxa aproximada de 25 tons
por minuto, durante 24 horas por dia.
A estação tem sido observada desde 1982, e em
raras ocasiões, o sinal de alarme é interrompido e uma transmissão de voz em
russo ocorre . No entanto, o que se diz é algo que deixa tudo mais
absurdamente misterioso.
Ninguém sabe o que as mensagens em russo querem
dizer, nem porque ela emite apitos e números há tantos anos, desde o tempo da
União Soviética. Claro que com o tempo, mais e mais pessoas se viram obcecados
em desvendar o mistério dessa radio russa de onda curtas. Existe muita
especulação sobre a natureza e razão de existir da rádio, mas, no entanto, o
verdadeiro objetivo desta estação ainda é desconhecido.
A estação UVB-76 transmite um som
vibrante, que dura 0,8 segundo, pausando por 1-1,3 segundos, e repetindo-se
21-34 vezes por minuto. Um minuto antes de cada hora, o tom de repetição é
substituído por um tom contínuo, que continua por um minuto até que o tom de
repetição volte a tocar. Sabe-se que entre as 07:00 e 07:50 GMT, a estação
transmite com baixo consumo de energia. Provavelmente é quando a
manutenção do transmissor ocorre. O som gerado pela estação, lembra um chiado
igual ao de rádio acompanhado de um rápido barulho de um navio.
A ‘estrada dos extraterrestres’ que leva à misteriosa área 51 nos EUA
Para aqueles que acreditam que extraterrestres nos
visitam, poucos lugares no mundo são tão atraentes como o remoto deserto de
Nevada, nos Estados Unidos.
Nas últimas décadas, houve relatos de diversas
testemunhas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados (óvnis)
naquela região.
Para muitos, as supostas naves espaciais são apenas
aviões que decolam e aterrissam em uma enorme base militar localizada no
deserto. Mas essa explicação não convence a todos.
Com o objetivo de atrair mais visitantes ao local, as
autoridades decidiram, em 1996, batizar a rodovia estadual 375 – que percorre
de norte a sul o condado de Lincoln – de "Estrada dos
Extraterrestres".
Segundo os responsáveis pelo turismo no Estado de
Nevada, em nenhum outro lugar do país há mais relatos de avistamento de naves
extraterrestres do que nesta estrada de cerca de 160 quilômetros, situada nos
arredores da misteriosa base militar Área 51 – duas horas e meia ao norte de
Las Vegas.
11/09/2015
06h14 - Atualizado em 11/09/2015 06h14
A ‘estrada dos extraterrestres’ que leva à misteriosa área 51 nos EUA
BBC percorre rodovia em Nevada que atrai fanáticos
por óvnis e teorias da conspiração de todo o mundo; veja imagens.
Da BBC
Uma placa com desenhos de discos voadores assinala o início da 'Estrada
dos Extraterrestres' (Foto: BBC)
Para aqueles que acreditam que extraterrestres nos
visitam, poucos lugares no mundo são tão atraentes como o remoto deserto de
Nevada, nos Estados Unidos.
Nas últimas décadas, houve relatos de diversas
testemunhas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados (óvnis)
naquela região.
Para muitos, as supostas naves espaciais são apenas
aviões que decolam e aterrissam em uma enorme base militar localizada no
deserto. Mas essa explicação não convence a todos.
Com o objetivo de atrair mais visitantes ao local,
as autoridades decidiram, em 1996, batizar a rodovia estadual 375 – que
percorre de norte a sul o condado de Lincoln – de "Estrada dos
Extraterrestres".
Segundo os responsáveis pelo turismo no Estado de
Nevada, em nenhum outro lugar do país há mais relatos de avistamento de naves
extraterrestres do que nesta estrada de cerca de 160 quilômetros, situada nos
arredores da misteriosa base militar Área 51 – duas horas e meia ao norte de Las
Vegas.
Em nenhum outro lugar dos EUA há tantos relatos anuais de avistamento de
óvnis do que nesta estrada no deserto de Nevada. (Foto: BBC)
A rodovia estadual 375 percorre de norte a sul o pouco povoado condado
de Lincoln. (Foto: BBC)
Paisagem
marciana
A rodovia é acessível pela rota 93, que atravessa
uma paisagem de aspecto marciano. Trata-se de um trajeto em que só se cruza com
outros carros e é preciso ter certeza de que o tanque está cheio, já que já
pouquíssimos postos de gasolina e os celulares ficam sem sinal rapidamente.
Ao chegar a Crystal Springs o traçado se bifurca e,
à esquerda, uma placa verde com desenhos de discos voadores indica o início da
"estrada dos extraterrestres".
A partir deste ponto, vê-se em frente uma via de
duas pistas que parece levar ao infinito, salpicada de placas que alertam para
a presença de gado e de "aeronaves que voam em baixa altitude", um
lembrete de que nos encontramos perto da base Nellis da Força Aérea americana.
O objetivo da maioria dos viajantes que chegam à
estrada é visitar a cidadezinha de Rachel – que, apesar de ter menos de 50
habitantes, é considerada por muitos como a "capital mundial dos
óvnis".
Além das histórias sobre discos voadores nas
redondezas, o título também se deve ao famoso bar, restaurante e motel Little
A'Le'Inn (pronunciado em inglês como alien, ou alienígena), que recebe turistas
de todas as partes há décadas.
Junto a um pequeno prato voador metálico pendurado
em uma grua, um letreiro com um alienígena de olhos enormes dá as boas-vindas
"aos terráqueos".
É uma das muitas referências aos extraterrestres
que podem ser vistas dentro e fora do local, que também tem uma loja de
suvenires.
Um pequeno monumento situado no exterior do
restaurante lembra que este foi o lugar eleito pelo estúdio 20th Century Fox
para promover, em 1996, a estreia do filme Independence Day, no qual uma
civilização vinda do espaço tentava conquistar a Terra.
Restaurante e motel recebe turistas fanáticos por óvnis e teorias da
conspiração há anos. (Foto: BBC)
Uma estação mede a radiação do local, próximo a campo de testes
nucleares americanos nos anos 1950 (Foto: BBC)
Uma placa no Little A'Le'Inn convida espaçonaves alienígenas a
"estacionarem" nas redondezas (Foto: BBC)
Na parte traseira do local, uma série de trailers
serve para receber os viajantes que decidem passar a noite em Rachel, que
começou a ganhar fama em 1989, depois que um morador de Las Vegas chamado Bob
Lazar afirmou em uma entrevista de TV ter trabalhado com naves espaciais
alienígenas na base militar de Nellis.
Ao lado do letreiro de boas-vindas do restaurante,
há uma estação de medição de radiação, uma lembrança de que estamos também há
poucos quilômetros do lugar no qual, a partir dos anos 1950, o governo dos EUA
realizou cerca de mil testes nucleares.
Isso não parece preocupar as dezenas de turistas
dentro do local. Um deles é Amanda, uma jovem do Estado de Virgínia que passou
a noite no Little A'Le'Inn junto aos amigos, antes de dirigir-se a Las Vegas.
"Um dos meus amigos me falou sobre Rachel e eu
também havia visto o lugar em um documentário na televisão. Por isso, tinha
muita curiosidade para visitá-lo."
Amanda visitou Rachel com amigos no caminho para Las Vegas (Foto: BBC)
"Adoro o deserto e as estrelas, o fato de que
não se vê uma alma. E se contam histórias de extraterrestres, fica ainda mais
interessante", diz a jovem, que afirma crer em vida fora da Terra, mesmo
nunca tendo tido "um encontro com eles".
Harriette Simon, por sua vez, percorreu junto com
as amigas os mais de três mil quilômetros de estrada entre Rachel e Mobile, no
Alabama, onde vive. "Sempre ouvimos falar deste lugar e queríamos
conhecê-lo. É divertido fazer coisas como esta. Só se vive uma vez", diz.
Sua amiga Gina explica que seu pai "era membro
da Força Aérea dos Estados Unidos no Novo México, onde muitos óvnis foram
vistos." "Cresci escutando histórias sobre extraterrestres. Eu queria
vir homenagear meu pai. Ele adoraria saber que estou aqui."
Harriet Simon (à dir.) viajou três mil quilômetros com duas amigas do
Alabama até Nevada (Foto: BBC)
'Uma
experiência muito intensa'
A estrela indiscutível do Little A'Le'Inn é
Priscilla Travis, que há cerca de três décadas comprou, junto com seu falecido marido,
um pequeno bar. "Não esperávamos que ele se tornasse um lugar mundialmente
famoso", diz Travis, que recebe os clientes usando um avental com a imagem
de um alienígena verde. "Tudo o que faz referência aos extraterrestres foi
ideia nossa. Esse lugar foi um presente para nós e cuidamos de tudo o que
pudemos", afirma.
Priscilla Travis comprou o Little A'Le'Inn com seu marido há 27 anos
(Foto: BBC)
Perguntada sobre a presença de extraterrestres, ela
diz que "nesta região houve encontros que não têm explicação, alguns dos
quais ocorreram antes que nos mudássemos para cá".
Ela conta que, há alguns anos, estava à noite no
restaurante com seu marido e, pela porta traseira, "entrou um raio de luz
que iluminou todo o local". "Não acho que era um avião. Foi uma
experiência muito intensa. Até hoje me dá arrepios quando conto essa
história", diz, mostrando o braço.
Alguns dos objetos que Travis vende em seu
restaurante fazem referência à área 51, um complexo militar situado a poucos
quilômetros de Rachel, que durante décadas esteve rodeado de segredo, sem que o
governo de Washington confirmasse nem desmentisse sua existência.
A misteriosa
área 51
Aviso diante da área 51 alerta para punições por entrar na base sem
autorização (Foto: BBC)
Somente em 2013, depois que documentos secretos
foram tornados públicos, o governo confirmou que se tratava de um campo de
provas e de treinamento da Força Aérea, no qual, a partir dos anos 1950, foram
desenvolvidos projetos como os do famoso avião espião U-2.
A presença das aeronaves na base militar parecem
ser a explicação mais plausível para os numerosos relatos sobre encontros com
óvnis em Rachel e na "estrada dos extraterrestres".
Apesar disso, alguns seguem acreditando que, na
realidade, trata-se de um centro de pesquisa sobre alienígenas, para onde
teriam sido levados os restos de uma nave espacial que teria sido encontrada em
1947 próximo à cidade de Roswell, no Novo México.
O governo americano só se pronunciou sobre as atividades da base militar
em 2013 (Foto: BBC)
Priscilla Travis, por sua vez, afirma que os
funcionários da área 51 "são vizinhos excelentes", que sempre ajudam
quando eles precisam de algo.
No entanto, ela diz que não é uma boa ideia tentar
ultrapassar o perímetro de segurança da base, já que "podem te multar, te
prender ou te dar um tiro".
Cerca de 20 quilômetros à oeste de Rachel está uma
das portas de entrada da base, da qual muitos turistas se aproximam para tirar
fotos.
O aviso "Advertência: instalação militar.
Proibida a entrada de pessoal não autorizado. Pena de até um ano de prisão e
multa de US$ 5 mil" pode ser lido em um dos letreiros na entrada da
instalação, oculta pelas montanhas e situada junto ao leito do antigo lago
Groom.
"Tirar fotos desta área está proibido",
diz outro cartaz junto a uma cerca e diversos postes com câmeras de segurança,
sem que se perceba a presença de nenhum militar.
Uma equipe da BBC que entrou por apenas alguns
metros da base em 2012 conhece bem o perigo de não respeitar estas
advertências. Os jornalistas acabaram deitados no chão, com diversos soldados
apontando armas para eles.
Um 'alien' dá as boas-vindas a consumidores do restaurante e hotel
(Foto: BBC)
'Coisas
estranhas'
Na "estrada dos extraterrestres", cerca
de 20 quilômetros ao sul de Rachel, estão os restos do que um dia foi uma caixa
de correio pintada de preto, que durante anos serviu de ponto de encontro para
os fãs de óvnis que acreditavam que a caixa pertencia à área 51.
Seus verdadeiros proprietários, fazendeiros da
região, acabaram retirando o objeto do local, depois que ele foi vandalizado
diversas vezes.
Outra das paradas obrigatórias dos visitantes é o
chamado Centro de Pesquisa de Alienígenas, no extremo sul da estrada 375.
Apesar do nome enigmático, o centro é apenas uma loja de suvenires situada em
um hangar metálico, diante do qual há uma estátua gigante de um extraterrestre.
Ginny Harris é a encarregada deste negócio, que seu pai
fundou há mais de uma década e que, segundo explica, recebe a visita de
turistas de todo o mundo.
"Já recebemos verdadeiros fanáticos por
extraterrestres, gente que está convencida de que eles existem. Alguns
inclusive vieram com a cabeça envolta em papel alumínio para evitar que
controlem sua mente", disse à BBC Mundo.
Harris diz que os vizinhos na região "viram coisas
estranhas", que não teriam nada a ver com aviões militares que cruzam os
céus do deserto de Nevada e volta e meia permitem ouvir explosões sônicas.
"Muitos desses encontros não têm explicação. Ninguém demonstrou que não se
trata de extraterrestres", diz, convencida.
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