quarta-feira, 2 de novembro de 2016

A mais nova "ameaça" aos EUA vem do espaço: as tempestades solares.

O fenômeno levou o presidente Barack Obama a baixar um decreto determinando que secretarias e várias agências governamentais tenham um plano para enfrentar o que chama de "evento climático espacial".
Ainda não foi emitido um alerta nem anunciada a iminência de uma grande explosão, mas o governo americano prefere prevenir do que remediar os seus efeitos.
Uma tempestade solar de grande magnitude pode ocorrer em 2020, segundo estudo da Universidade de Denver, publicado na revista científica Space Weather

O decreto de Obama pede aos órgãos governamentais que criem estratégias a serem adotadas durante quatro meses, antes e depois da ocorrência de um eventual fenômeno climático espacial.
Serviços de saúde, transporte e o abastecimento de água podem ser afetados porque tempestades solares são capazes de desativar a rede elétrica aqui na Terra, adverte o decreto presidencial americano.
Ou seja, embora o governo fale em "clima espacial", a verdadeira preocupação é com as consequências terrestres.
A Nasa, a agência espacial dos EUA, explica que o "clima espacial" é determinado por eventos que ocorrem no Sol, como o "vento" que lança no espaço plasma e descargas eletromagnéticas.

O Sol é bem mais do que uma fonte permanente de luz e calor. "O astro banha regularmente a Terra e todo o nosso Sistema Solar com energia na forma de luz, partículas elétricas e campos magnéticos", diz a Nasa.

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